A Câmara analisa o Projeto de Lei 6696/09, do deputado Capitão Assumção (PSB-ES), que trata de esteróides anabolizantes e substâncias similares. A proposta modifica a Lei 11.343/06, que criou o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas.
Pelo texto, passa-se a considerar, como drogas, os esteróides androgênicos ou peptídeos anabólicos - conhecidos como anabolizantes hormonais - que causem dependência humana.
O projeto prevê também que receberá as mesmas penas previstas para traficantes, fabricantes e vendedores de drogas ilícitas o agente que promover a venda, oferecer, entregar ou fornecer a consumo, ainda que gratuitamente, medicamentos do grupo terapêutico dos esteróides ou peptídeos anabolizantes, sem a devida apresentação e retenção da cópia da prescrição emitida por médico ou dentista devidamente registrados nos respectivos conselhos profissionais.
Mercado da beleza
O autor afirma que, com o crescimento do "mercado da beleza" cada vez mais exibicionista e exigente para os padrões sociais, nasce a necessidade de ter um corpo aparentemente sadio e musculoso, o que impulsiona a procura por subterfúgios para o alcance rápido e sem esforço desse chamado padrão de beleza.
"Neste anseio, jovens, adultos e até idosos utilizam mecanismos rápidos para obtenção de um corpo esbelto e musculoso, como é o caso dos medicamentos do grupo terapêutico dos esteróides ou peptídeos anabolizantes", explica.
O deputado lembra que, atualmente, a venda desses esteróides ainda é feita às escuras, e até mesmo um menor de idade consegue obtê-las sem qualquer prescrição médica.
Na opinião do parlamentar, o resultado disso são os inúmeros casos de intervenções médicas pelo uso indevido ou excessivo de anabolizantes, além de altos índices de morte ocasionados pelo uso indiscriminado desses medicamentos.
Testoterona
"Os esteroides anabólicos, ou anabolizantes, são drogas relacionadas ao hormônio masculino testosterona que destinam-se, especialmente, a repor a falta de hormônio masculino ou de musculatura corpórea, melhorando, momentaneamente, enquanto perdurar o uso e seus efeitos, a ´performance´ dos usuários em atividades físicas", argumenta.
O parlamentar lembra que essas drogas causam dependência psicológica. O usuário não consegue mais ficar sem o seu uso contínuo. O corpo escultural passa a fazer parte da dependência psicológica, mesmo que a custo de um elevado preço, pago pelo organismo do usuário, ainda que sabidamente possa resultar em morte.
Ele acrescenta que a necessidade ou não do uso desses medicamentos depende da avaliação do profissional habilitado. "Infelizmente essas drogas anabolizantes continuam sendo vendidas ilegalmente no País e sem que exista o devido controle e punição", disse.
Assumção recorda ainda que muitas pessoas produzem anabolizantes caseiros ou misturam fórmulas para animais para uso como coadjuvantes anabólicos e colocam esses produtos à venda em diversas localidades, até mesmo na internet, sem qualquer controle sanitário.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada pelo Plenário.
Fonte:Agência Câmara - Saulo Cruz
PALESTRAS, ASSESSORIA, ACONSELHAMENTO TERAPÊUTICO, ATENDIMENTO FAMILIAR,PREVENÇÃO À RECAÍDA E REINSERÇÃO SOCIAL
segunda-feira, 8 de março de 2010
Anabolizantes poderão receber mesmo tratamento de drogas ilícitas
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Variação genética exerce a maior influência sobre uso de álcool e maconha
Estudo analisou 5,4 mil pessoas e seus padrões de consumo.
Marijuana e bebida são as drogas mais usadas pelos jovens.
Avaliação americana indica que 8% a 12% dos usuários de maconha podem ser considerados dependentes.
Cientistas comprovaram uma causa genética para o alcoolismo e o uso de maconha. A descoberta está em estudo publicado on-line em uma revista especializada na pesquisa do alcoolismo.
Mais de 2.700 pares de gêmeos com 20 a 30 anos de idade foram entrevistados.
No caso do alcoolismo e uso de maconha, os pesquisadores puderam avaliar que cerca de 60% do padrão de abuso dessas substância estaria vinculado a variações genéticas.
A marijuana e o álcool já são as drogas mais comumente usadas pelos jovens em todo o mundo. Segundo os Institutos de Saúde dos EUA, de 8% a 12% dos usuários de maconha podem ser considerados como dependentes.
Luis Fernando Correia Especial para o G1 - Ciência e Saúde - Globo.com
Marijuana e bebida são as drogas mais usadas pelos jovens.
Avaliação americana indica que 8% a 12% dos usuários de maconha podem ser considerados dependentes.
Cientistas comprovaram uma causa genética para o alcoolismo e o uso de maconha. A descoberta está em estudo publicado on-line em uma revista especializada na pesquisa do alcoolismo.
Mais de 2.700 pares de gêmeos com 20 a 30 anos de idade foram entrevistados.
No caso do alcoolismo e uso de maconha, os pesquisadores puderam avaliar que cerca de 60% do padrão de abuso dessas substância estaria vinculado a variações genéticas.
A marijuana e o álcool já são as drogas mais comumente usadas pelos jovens em todo o mundo. Segundo os Institutos de Saúde dos EUA, de 8% a 12% dos usuários de maconha podem ser considerados como dependentes.
Luis Fernando Correia Especial para o G1 - Ciência e Saúde - Globo.com
Curitiba é a cidade com maior incidência de uso de álcool, cigarro e drogas ilícitas entre estudantes
O jovem brasileiro está tendo acesso a cigarro, bebida alcoólica e drogas ilícitas ainda em idade escolar. É o que mostra a Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar realizada com 618,5 mil estudantes do 9º ano do ensino fundamental de escolas particulares e públicas de todas as capitais do País e no Distrito Federal. O estudo revela que os curitibanos são os que mais apresentaram incidência de uso (pelo menos uma vez na vida) destas substâncias de todas as capitais do Brasil.
Álcool é a droga lícita que os jovens mais consomem em todo o País: 71,4% dos entrevistados dizem ter experimentado bebidas alcoólicas. Curitiba registrou maior índice com 80,7% e Macapá, o menor com 55,1%.
A maior frequência ocorreu com entrevistados do sexo feminino (73,1%). Os homens corresponderam a 69,5%. Entre os alunos das escolas privadas, 75,7% provaram bebidas alcoólicas contra 70,3% dos alunos de escola pública.
Os estudantes tiveram mais contato com álcool em festas (36,6%). Outras formas foram compra em mercado, loja, supermercado ou bar (19,3%), com amigos (15,8%) e em casa (12,6%).
A proporção de alunos que já haviam se embriagado foi de 22,1% . Fortaleza foi a capital com o menor porcentual de episódios de embriaguez (15,7%) e Curitiba teve a maior incidência (30,0%).
“A pesquisa demonstra que há de fato uma indução precoce ao consumo abusivo de álcool por conta da publicidade”, explica o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmando que é a favor da regulamentação dos anúncios de bebida alcoolica. Ele lembra ainda que na França esses comerciais são proibidos.
Curitiba é a capital brasileira em que mais jovens já experimentaram cigarro pelo menos uma vez na vida (35%). De acordo com o estudo, 24,2% dos estudantes brasileiros já experimentaram cigarro, sendo que os que freqüentam escolas públicas são os que mais tiveram contato (25,7% contra 18,3% das particulares). Não houve diferença significativa entre sexo.
O estudo mostrou ainda que 31% dos jovens tinham ao menos um responsável fumante. Em Porto Alegre, o índice foi de 39,8% e em Salvador, 22,6%.
Questionados sobre qual seria a reação de sua família se soubesse que eles estavam fumando cigarro, 95,5% dos escolares declararam que sua família se importaria muito. Apenas 1,3 % respondeu que os pais não se incomodariam.
Curitiba foi também a cidade em que mais jovens declararam ter experimentado algum tipo de droga ilícita. 13,2% dos entrevistados da capital do Paraná já usaram alguma droga, como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy.
O menor porcentual foi registrado em Macapá (5,3%). Os homens foram mais frequentes no uso de drogas ilícitas (10,6%) que as mulheres (6,9%).
“Nesta semana nós lançamos uma campanha em relação ao crack. Essa é uma droga muito perigosa, barata e que está penetrando na classe média. O crack cria uma dependência rápida e tem efeitos dramáticos na mente e no corpo das pessoas que a usam”, completando que mais R$ 200 milhões já foram investidos em programas de prevenção e tratamento para os usuários de drogas lícitas e ilícitas.
Álcool é a droga lícita que os jovens mais consomem em todo o País: 71,4% dos entrevistados dizem ter experimentado bebidas alcoólicas. Curitiba registrou maior índice com 80,7% e Macapá, o menor com 55,1%.
A maior frequência ocorreu com entrevistados do sexo feminino (73,1%). Os homens corresponderam a 69,5%. Entre os alunos das escolas privadas, 75,7% provaram bebidas alcoólicas contra 70,3% dos alunos de escola pública.
Os estudantes tiveram mais contato com álcool em festas (36,6%). Outras formas foram compra em mercado, loja, supermercado ou bar (19,3%), com amigos (15,8%) e em casa (12,6%).
A proporção de alunos que já haviam se embriagado foi de 22,1% . Fortaleza foi a capital com o menor porcentual de episódios de embriaguez (15,7%) e Curitiba teve a maior incidência (30,0%).
“A pesquisa demonstra que há de fato uma indução precoce ao consumo abusivo de álcool por conta da publicidade”, explica o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmando que é a favor da regulamentação dos anúncios de bebida alcoolica. Ele lembra ainda que na França esses comerciais são proibidos.
Curitiba é a capital brasileira em que mais jovens já experimentaram cigarro pelo menos uma vez na vida (35%). De acordo com o estudo, 24,2% dos estudantes brasileiros já experimentaram cigarro, sendo que os que freqüentam escolas públicas são os que mais tiveram contato (25,7% contra 18,3% das particulares). Não houve diferença significativa entre sexo.
O estudo mostrou ainda que 31% dos jovens tinham ao menos um responsável fumante. Em Porto Alegre, o índice foi de 39,8% e em Salvador, 22,6%.
Questionados sobre qual seria a reação de sua família se soubesse que eles estavam fumando cigarro, 95,5% dos escolares declararam que sua família se importaria muito. Apenas 1,3 % respondeu que os pais não se incomodariam.
Curitiba foi também a cidade em que mais jovens declararam ter experimentado algum tipo de droga ilícita. 13,2% dos entrevistados da capital do Paraná já usaram alguma droga, como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy.
O menor porcentual foi registrado em Macapá (5,3%). Os homens foram mais frequentes no uso de drogas ilícitas (10,6%) que as mulheres (6,9%).
“Nesta semana nós lançamos uma campanha em relação ao crack. Essa é uma droga muito perigosa, barata e que está penetrando na classe média. O crack cria uma dependência rápida e tem efeitos dramáticos na mente e no corpo das pessoas que a usam”, completando que mais R$ 200 milhões já foram investidos em programas de prevenção e tratamento para os usuários de drogas lícitas e ilícitas.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Crack: A situação está fora de controle
Por Milton Jung
Em um único dia, acompahando o infernal mundo do crack e seus efeitos sobre a população de rua. Inacreditável, contei 35 brigas, parte em discussões verbais, parte em agressões físicas. Brigas fortes, algumas de tirar sangue. É preocupante, pelo menos metade delas podia ter chegado ao homicídio. O que seria, indiscutivelmente, mais um massacre. Quando a cidade fecha pelas ruas do centro, aos fins de semana, em plena luz do dia, insurgem em estado de zumbis, completamente transformados e transtornados .Principalmente na região da Luz, mas não é só.
O que outrora era termo pejorativo agora é fato, realmente a Cracolândia existe, hoje espalhada pelo país afora.
Está tudo fora de controle.
A incidência do vício entre os moradores de rua, é disparadamente maior, o grau de vulnerabilidade da rua não pode mais ser considerado médio como se faz nas conferências municipal, estadual e, principalmente, nacional de assistência social.
A segurança pública falhou, mas é também um caso de saúde. No caso dos moradores de rua, é resultante das falhas de tudo, de todas as políticas existentes e até da falta de afeto. O ponto alto porém é a falta de perspectivas.
Na caminhada que fiz entre os craqueiros, encontrei pessoas amigas, muita gente que reconhecemos e tantas outras que nos conhecem. O motivo, o mesmo, perderam as esperanças na vida, não aguentam mais discussões e debates e ações paliativas vadevindas de todas as partes.
Poder público, movimentos sociais, defensores de direitos humanos, polícia, guarda municipal, a sociedade num todo. Tem que mudar os modos de discutir os problemas, as questões, debate por debate, troca de ofensas, acusações e desmentidos, não funcionam mais. As pessoas estão cansadas, os moradores de rua estão saturados e não aguentam mais tanto bate rebate.
Essa droga empesteada, ta destruindo o Brasil, ta destruindo o Rio de Janeiro e vai avassalar São Paulo feito um tornado.
É caso de polícia ? O que podem fazer os policiais ? Prender ? Prender quem ? Onde, pra que ? O que podem fazer a Guarda ? bater ? Em quem ? Com que finalidade ?
O que podem fazer os defensores dos direitos humanso ? Defender como ? Quem ? De quê ?
Se faltam abrigos, se faltam estímulos, se faltam alternativcas de saídas, de melhorias de vida, de mudanças de um mundo melhor, que o mundo invisível, caminhara para o túnel, sem saída, um poço cada dia mais sem fundo,
É caso de coerência e bom senso.
Saúde, assistência, segurança pública, tudo isso falra e muito mais, falta de devolver oportunidades, de estudar, de trabalhar, de morar, de entender a vida em tempos de capitalismo. Não são as moedas sociais, não são as missas e cultos, não são as algemas da lei que vão devolver de volta o gosto pela vida. Isso sim está faltando. As pessoas que moram nas ruas precisam, carecem recuperar o gosto pela vida, de ter oportunidades, de poder sonhar e lutar pela vida como todo e quaquer cidadão de bem.
E não consigo mencionar da forma ajustadinha “pessoa que mora em situação de rua”, por isso digo como dizia nos meus tempos de “morador de rua”, no mínimo pessoa que mora na rua, e não é uma questão de terminologia, de palavras bonitas. O que tem que ser pensando e resolvido são as formas de se dar condições de as pessoas querendo, poder sair da rua, tocar a vida em frente, pensar a vida pós rua, pós albergue, a vida pós rede de acolhida.
Sem desespero, sem medo da fome, sem medo do despejo, sem medo de ser feliz. É disso que a rua precisa, de condições de vida digna.
Infelizmente, o crack tende a assombrar a nossa cidade, a nossa querida São Paulo; tende a assombrar famílias e pessoas sós; o mundo das drogas e o dessa praga do crack, é mais um caminho para a destruição das pessoas, das vidas, dos sentimentos.
A situação está, sim, infelizmente fora de controle.
Em um único dia, acompahando o infernal mundo do crack e seus efeitos sobre a população de rua. Inacreditável, contei 35 brigas, parte em discussões verbais, parte em agressões físicas. Brigas fortes, algumas de tirar sangue. É preocupante, pelo menos metade delas podia ter chegado ao homicídio. O que seria, indiscutivelmente, mais um massacre. Quando a cidade fecha pelas ruas do centro, aos fins de semana, em plena luz do dia, insurgem em estado de zumbis, completamente transformados e transtornados .Principalmente na região da Luz, mas não é só.
O que outrora era termo pejorativo agora é fato, realmente a Cracolândia existe, hoje espalhada pelo país afora.
Está tudo fora de controle.
A incidência do vício entre os moradores de rua, é disparadamente maior, o grau de vulnerabilidade da rua não pode mais ser considerado médio como se faz nas conferências municipal, estadual e, principalmente, nacional de assistência social.
A segurança pública falhou, mas é também um caso de saúde. No caso dos moradores de rua, é resultante das falhas de tudo, de todas as políticas existentes e até da falta de afeto. O ponto alto porém é a falta de perspectivas.
Na caminhada que fiz entre os craqueiros, encontrei pessoas amigas, muita gente que reconhecemos e tantas outras que nos conhecem. O motivo, o mesmo, perderam as esperanças na vida, não aguentam mais discussões e debates e ações paliativas vadevindas de todas as partes.
Poder público, movimentos sociais, defensores de direitos humanos, polícia, guarda municipal, a sociedade num todo. Tem que mudar os modos de discutir os problemas, as questões, debate por debate, troca de ofensas, acusações e desmentidos, não funcionam mais. As pessoas estão cansadas, os moradores de rua estão saturados e não aguentam mais tanto bate rebate.
Essa droga empesteada, ta destruindo o Brasil, ta destruindo o Rio de Janeiro e vai avassalar São Paulo feito um tornado.
É caso de polícia ? O que podem fazer os policiais ? Prender ? Prender quem ? Onde, pra que ? O que podem fazer a Guarda ? bater ? Em quem ? Com que finalidade ?
O que podem fazer os defensores dos direitos humanso ? Defender como ? Quem ? De quê ?
Se faltam abrigos, se faltam estímulos, se faltam alternativcas de saídas, de melhorias de vida, de mudanças de um mundo melhor, que o mundo invisível, caminhara para o túnel, sem saída, um poço cada dia mais sem fundo,
É caso de coerência e bom senso.
Saúde, assistência, segurança pública, tudo isso falra e muito mais, falta de devolver oportunidades, de estudar, de trabalhar, de morar, de entender a vida em tempos de capitalismo. Não são as moedas sociais, não são as missas e cultos, não são as algemas da lei que vão devolver de volta o gosto pela vida. Isso sim está faltando. As pessoas que moram nas ruas precisam, carecem recuperar o gosto pela vida, de ter oportunidades, de poder sonhar e lutar pela vida como todo e quaquer cidadão de bem.
E não consigo mencionar da forma ajustadinha “pessoa que mora em situação de rua”, por isso digo como dizia nos meus tempos de “morador de rua”, no mínimo pessoa que mora na rua, e não é uma questão de terminologia, de palavras bonitas. O que tem que ser pensando e resolvido são as formas de se dar condições de as pessoas querendo, poder sair da rua, tocar a vida em frente, pensar a vida pós rua, pós albergue, a vida pós rede de acolhida.
Sem desespero, sem medo da fome, sem medo do despejo, sem medo de ser feliz. É disso que a rua precisa, de condições de vida digna.
Infelizmente, o crack tende a assombrar a nossa cidade, a nossa querida São Paulo; tende a assombrar famílias e pessoas sós; o mundo das drogas e o dessa praga do crack, é mais um caminho para a destruição das pessoas, das vidas, dos sentimentos.
A situação está, sim, infelizmente fora de controle.
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